| 000 | 02202nam a2200229 a 4500 | ||
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| 001 | BS0001884 | ||
| 003 | BR-BrBNA | ||
| 005 | 20230929140323.0 | ||
| 008 | 230308b |||||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aBR-BrBNA _bpor _cBiblioteca Nacional de Agricultura |
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| 041 | _apor | ||
| 072 | _aS86 | ||
| 090 |
_aS86 _bBS0001884 |
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| 100 | 1 | _aAlencar, José de. | |
| 245 | 1 | _aSenhora / | |
| 250 | 1 | _a36 ed. | |
| 260 | 3 |
_aRio de Janeiro, RJ: _bEdiouro, _c1998. |
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| 300 | _a161 p. | ||
| 520 | 3 | _aSENHORA: A obra relata a dramática história de amor entre Seixas e Aurélia. Seixas era um pobre mancebo, que trabalhava como jornalista, vivia na pobreza, mas não abria mão do outro lado da sua vida, com o qual gastava todo o seu ordenado: as festas da sociedade. Aurélia também era uma pobre moça, mas que subira na vida após herdar a fortuna de seu avô fazendeiro: Era uma moça belíssima. Aurélia e Seixas iam se casar, mas esse casamento não ocorreu porque Seixas sabia que era pobre, e sabia que não era o homem certo para Aurélia, apesar de amá-la. Esse relacionamento se desfez quando o pai de Adelaide de Amaral oferece um dote para que ele se casasse com sua filha, e ele aceita. Algum tempo depois de receber a herança, Aurélia decide que quer se casar, e resolve "comprar" um. O escolhido, no entanto, era Seixas, que aceitara submeter-se ao casamento, mesmo sem saber quem era a noiva, pois tinha necessidade do dote. Logo após o casamento, Aurélia deixa bem claro que Seixas era um marido comprado, e que o que estava se passando era um casamento de conveniência. Apesar dos dois, de certa forma, amarem-se, nenhum dois demonstrava. O casamento foi marcado por rotina e seca. Seixas, muitas vezes sentiu-se humilhado por Aurélia. Onze meses após o casamento, Seixas consegue o dinheiro de que precisava para desfazer o casamento, e isso que ele faz. No momento em que Seixas vai se despedir de Aurélia, já separados, Aurélia confessa que o ama de verdade, e suplica pelo o amor dele. Aurélia consegue provar esse amor, e conquista Seixas, mesmo ele achando que a riqueza dela havia destruído o amor dos dois. | |
| 650 | _aLITERATURA BRASILEIRA | ||
| 942 |
_cBK _2AGRIS |
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| 999 |
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