| 000 | 02245nam a2200217 a 4500 | ||
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| 001 | BS0001998 | ||
| 003 | BR-BrBNA | ||
| 005 | 20231107143753.0 | ||
| 008 | 230308b |||||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aBR-BrBNA _bpor _cBiblioteca Nacional de Agricultura |
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| 041 | _apor | ||
| 072 | _aS91 | ||
| 090 |
_aS91 _bBS0001998 |
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| 100 | 1 | _aEco, Umberto. | |
| 245 | 1 | _aO nome da rosa / | |
| 260 | 3 |
_aRio de Janeiro, RJ: _bSupersellers Record, _c1986. |
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| 300 | _a562 p. | ||
| 520 | 3 | _aEm novembro de 1327, Guilherme de Baskerville, um frade franciscano inglês muito parecido com Sean Connery e com Sherlock Holmes, chega a um mosteiro italiano que contém a maior biblioteca do mundo cristão. É acompanhado pelo jovem Adso, que, por sua vez, é parecido com o Dr. Watson e com Sancho Pança. Adso, anos mais tarde, narra a história. Guilherme tem a missão complicada de permitir um encontro, no mosteiro, entre uma delegação do papa e o frade teólogo Michele de Cesena, para quem Cristo e seus apóstolos não tinham bens de espécie alguma, cabendo aos cristãos (a começar pela Igreja)parecer-se com eles. Essa proposta era francamente mal vista. No meio de um debate perigoso, em que as idéias custam excomungações e suplícios variados, eis que pipocam cadáveres de monges assassinados. Fiquem de olho em Jorge de Burgos, o bibliotecário espanhol e cego, que seria muito parecido com nosso quase contemporâneo Jorge Luís Borges, se este, no fim de sua vida, tivesse se tomado dono da biblioteca de Babilônia. Muitíssimos anos depois, Umberto Eco, um acadêmico italiano respeitado por seus sérios tratados de semiologia, estética e filosofia medieval, pensa, provavelmente, como Guilherme. Ou seja, pensa que o mundo é povoado por signos que deveriam nos orientar, mas, de fato, nos desorientam; que a pretensão das verdades absolutas é irrisória e, sobretudo, que o conhecimento sem alegria é uma idiotice. Dessa estranha coincidência entre o espírito de Guilherme e o de Eco nasce O Nome da Rosa, o romance moderno que conta a história da razão enlouquecida (de tanto se levar a sério)e a aventura do frade que saiu à procura do bom humor perdido. | |
| 650 | _aLITERATURA ITALIANA | ||
| 942 |
_cBK _2AGRIS |
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| 999 |
_c7021 _d7021 |
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