| 000 | 01788nam a2200229 a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | BS0002011 | ||
| 003 | BR-BrBNA | ||
| 005 | 20230829141052.0 | ||
| 008 | 230308b |||||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aBR-BrBNA _bpor _cBiblioteca Nacional de Agricultura |
||
| 041 | _apor | ||
| 072 | _aS84 | ||
| 090 | _aS84 BS0002011 | ||
| 100 | 1 | _aFlaubert, Gustave. | |
| 245 | 1 | _aMadame Bovary / | |
| 260 | 3 |
_aPorto Alegre, RS: _bLPM, _c2006. |
|
| 300 | _a352 p. | ||
| 500 | _aTítulo Original: Madame Bovary. Traduzido por Enrico Corvisiere.. | ||
| 520 | 3 | _aEmma é uma mulher sonhadora, uma pequeno-burguesa criada no campo que aprendeu a ver a vida através da literatura sentimental. Bonita e requintada para os padrões provincianos, casa-se com Charles Bovary, um médico interiorano tão apaixonado pela esposa quanto entediante. Nem mesmo o nascimento de uma filha dá alegria ao indissolúvel casamento no qual a protagonista sente-se presa. Como Dom Quixote, que leu romances de cavalaria demais e pôs-se a guerrear com moinhos, ela tenta dar vida e paixão à sua existência, escolha que levará a uma sucessão de erros e a uma descida ao inferno. "Emma Bovary c'est moi", disse Gustave Flaubert (1821-1880), o criador deste que é considerado o ápice da narrativa longa do século XIX - o chamado século de ouro do romance. Flaubert, o esteta, aquele que buscava o mot juste (a palavra exata)e burilava os seus textos por anos a fio, imbuiu-se da consciência e da sensibilidade da sua personagem. Atingiu, com a irretocável prosa de Madame Bovary, o mais alto grau de penetração e análise psicológica da literatura universal. Nunca um romancista talhou com tanto esmero a mente e as aflições de sua personagem. | |
| 650 | _aLITERATURA FRANCESA | ||
| 942 |
_cBK _2AGRIS |
||
| 999 |
_c7034 _d7034 |
||