| 000 | 01807nam a2200229 a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | BS0002253 | ||
| 003 | BR-BrBNA | ||
| 005 | 20231107145826.0 | ||
| 008 | 230308b |||||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aBR-BrBNA _bpor _cBiblioteca Nacional de Agricultura |
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| 041 | _apor | ||
| 072 | _aS91 | ||
| 090 |
_aS91 _bBS0002253 |
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| 100 | 1 | _aAllende, Isabel. | |
| 245 | 1 | _aEva luna / | |
| 260 | 3 |
_aRio de Janeiro, RJ: _bEditora Bertrand Brasil, _c1988. |
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| 300 | _a328 p. | ||
| 500 | _aTradução de Luisa Ibanes. Título original: Eva Luna. | ||
| 520 | 3 | _aEva, a primeira mulher, tem uma vida de pobreza e de lutas pela sobrevivência, num contexto de caudilhos e de ditaduras militares, onde o povo nunca decide o curso dos acontecimentos. Por sua crítica e denúncia do contexto social, Eva Lima aproxima-se da tradição do romance picaresco espanhol, cedo implantado na América Hispânica. A ironia diante das condições adversas, o humor sempre presente transformam em comédia os momentos mais trágicos. São ingredientes que servem de ponte entre as necessidades espirituais e a situação deficiente em que a protagonista vive. Quando o ceticismo aumenta devido ao contraste entre esperança e realidade, a ironia funciona como uma defesa que aponta a possibilidade de sobrevivência. Eva Luna não é apenas a história de uma mulher. Com sua arte pontilhada de descrições barrocas, constrói um mundo com a memória e o resgata pela palavra, erguendo-o nas asas da fantasia. A descoberta de si e de seu corpo conduz Eva Luna à realização plena da sua identidade. Este moderno conto de fadas tem até happy-end. Por que não? Também os adultos necessitam colorir suas existências para acreditar num futuro de justiça e de paz. | |
| 650 | _aLITERATURA CHILENA | ||
| 942 |
_cBK _2AGRIS |
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| 999 |
_c7305 _d7305 |
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