| 000 | 01502nam a2200217 a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | BS0002268 | ||
| 003 | BR-BrBNA | ||
| 005 | 20231004122705.0 | ||
| 008 | 230308b |||||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aBR-BrBNA _bpor _cBiblioteca Nacional de Agricultura |
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| 041 | _apor | ||
| 072 | _aS86 | ||
| 090 |
_aS86 _bBS0002268 |
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| 100 | 1 | _aLispector, Clarice. | |
| 245 | 1 | _aA hora da estrela / | |
| 260 | 3 |
_aRio de Janeiro, RJ: _bEditora Rocco, _c1998. |
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| 300 | _a87 p. | ||
| 520 | 3 | _aA nordestina Macabéa, a protagonista de A hora da estrela, é uma mulher miserável, que mal tem consciência de existir. Depois de perder seu único elo com o mundo, uma velha tia, ela viaja para o Rio, onde aluga um quarto, se emprega como datilógrafa e gasta suas horas ouvindo a Rádio Relógio. Apaixona-se, então, por Olímpico de Jesus, um metalúrgico nordestino, que logo a trai com uma colega de trabalho. Desesperada, Macabéa consulta uma cartomante, que lhe prevê um futuro luminoso, bem diferente do que a espera. Clarice cria até um falso autor para seu livro, o narrador Rodrigo S.M., mas nem assim consegue se esconder. O desejo de desaparecimento, que a morte real logo depois consolidaria, se frustra. Entre a realidade e o delírio, buscando o social enquanto sua alma a engolfava, Clarice escreveu um livro singular. A hora da estrela é um romance sobre o desamparo a que, apesar do consolo da linguagem, todos estamos entregues. | |
| 650 | _aLITERATURA BRASILEIRA | ||
| 942 |
_cBK _2AGRIS |
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| 999 |
_c7320 _d7320 |
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