| 000 | 01655nam a2200229 a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | BS0002393 | ||
| 003 | BR-BrBNA | ||
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| 008 | 230308b |||||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aBR-BrBNA _bpor _cBiblioteca Nacional de Agricultura |
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| 041 | _apor | ||
| 072 | _aB60 | ||
| 090 | _aB60 BS0002393 | ||
| 100 | 1 | _aSproule, A. | |
| 245 | 1 | _aCharles Darwin / | |
| 260 | 3 |
_aSão Paulo, SP: _bGlobo, _c1993. |
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| 300 | _a64 p. | ||
| 520 | 3 | _aDepois de cinco anos de uma jornada épica ao redor do mundo, Charles Darwin voltou à Inglaterra com a teoria que iria sacudir as sólidas fundações da sociedade do século 19. Os homens são parentes dos macacos, proclamava em seu livro A Origem da Espécies, onde expunha o revolucionário ponto de vista segundo o qual todos os seres vivos, das pulgas aos elefantes, evoluíram por seleção natural: os mais capazes e mais ajustados sobreviveram e se reproduziram; os outos desapareceram. O homem foi criado por Deus, Ele é único e supremo, brandavam os púlpitos - e também o público. Argumentos extremados e debates irados trouxeram à tona as opiniões, de uma lado e de outro, a respeito de como surgiu a vida na Terra. O mundo científico, finalmente, veio juntar-se a Darwin. Apesar das controvérsias, a Teoria da Evolução é comumente aceita no meio científico e é tão relevante como sempre foi. De modo geral, porém, o ser humano tende a agir como se fosse o senhor da criação, com todas as outras espécies sujeitas à sua dominação e , frequentemente, à sua destruição. | |
| 650 | _aBIOGRAFIA | ||
| 909 |
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