| 000 | 01921nam a2200229 a 4500 | ||
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| 001 | BS0002450 | ||
| 003 | BR-BrBNA | ||
| 005 | 20231108143205.0 | ||
| 008 | 230308b |||||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aBR-BrBNA _bpor _cBiblioteca Nacional de Agricultura |
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| 041 | _apor | ||
| 072 | _aS91 | ||
| 090 |
_aS91 _bBS0002450 |
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| 100 | 1 | _aBorges, Jorge Luis. | |
| 245 | 1 | _aHistória universal da infâmia / | |
| 250 | 1 | _a2 ed. | |
| 260 | 3 |
_aPorto Alegre, RS: _bGlobo, _c1978. |
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| 300 | _a68 p. | ||
| 520 | 3 | _aAs páginas desta História Universal da Infâmia inscrevem-se entre as maiores que a América Latina já produziu. Trazendo profundas implicações estéticas e filosóficas, o livro representou uma revolução sem precedentes na literatura argentina da década dos 30, que até então, salvo raríssimas exceções, como Roberto Arlt, fora eminentemente regionalista. Embora estas reflexões sobre a infâmia devessem ser apenas um exercício narrativo na intenção do autor, havia nelas qualidades que as distinguiram da produção literária da época, mesmo em termos de vanguarda. Não foi o fato de ter-se valido da eludição como parte integrante do texto ficcional, não foi ironia sutil, de sabor britânico, que perpassava sua visão de mundo, nem foi sequer a força alegórica dos temas que alcançaram o nome de Borges à fama, levando-o além das fronteiras do continente. Muitos escritores, na tradição ocidental, já haviam percorrido esses caminhos. O que Borges manifestava de inovador, e que ainda se mantém em suas obras, era a sólida consciência de que a arte é um produto, uma deformação em segundo grau da realidade, e que nunca poderá ser realista, no sentido usual do termo. Elegendo por tema um punhado de facínoras de valiada procedência, tais como Monk Eastman, Lazarus Morell, Billy the Kid, a Viúva Ching. | |
| 650 | _aLITERATURA ARGENTINA | ||
| 942 |
_cBK _2AGRIS |
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| 999 |
_c7509 _d7509 |
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