| 000 | 02370nam a2200217 a 4500 | ||
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| 001 | BS0002685 | ||
| 003 | BR-BrBNA | ||
| 005 | 20231005151725.0 | ||
| 008 | 230308b |||||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aBR-BrBNA _bpor _cBiblioteca Nacional de Agricultura |
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| 041 | _apor | ||
| 072 | _aS86 | ||
| 090 |
_aS86 _bBS0002685 |
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| 100 | 1 | _aCoelho, Paulo | |
| 245 | 1 | _aMaktub / | |
| 260 | 3 |
_aRio de Janeiro, RJ: _bRocco, _c1994. |
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| 300 | _a191 p. | ||
| 520 | 3 | _aMaktub não é um livro de conselhos - mas uma troca de experiências. Grande parte é composta de ensinamentos de meu mestre, no decorrer de 11 longos anos de convivência. Outros textos são relatos de amigos, ou pessoas com quem cruzei uma vez - mas me deixaram uma mensagem inesquecível. Finalmente, existem livros que li, e as histórias que - como diz o jesuíta Anthony Mello - pertencem à herança espiritual da raça humana. Maktub nasceu de um telefonema de Alcino Leite Neto, então diretor do caderno Ilustrada na Folha de S. Paulo. Eu estava nos Estados Unidos, e recebi a proposta sem saber exatamente o que ia escrever. Mas o desafio era estimulante, e resolvi ir em frente; viver é correr riscos. Ao ver o trabalho que dava, quase desisti. Além do mais, como precisava viajar para a promoção de meus livros no exterior, a coluna diária virou um tormento. Entretanto, os sinais me diziam que continuasse: uma carta de leitor chegava, um amigo fazia um comentário, alguém me mostrava os recortes guardados na carteira. Lentamente, fui aprendendo a ser objetivo e direto no texto. Fui obrigado a reler textos que sempre adiei, e o prazer deste reencontro foi imenso. Comecei a anotar com mais cuidado as palavras de meu mestre. Enfim, passei a olhar tudo que acontecia à minha volta como um motivo para escrever Maktub - e isto me enriqueceu de tal maneira que hoje sou grato por esta tarefa diária. Selecionei, neste volume, textos publicados na Folha de S. Paulo entre 10 de junho de 1993 e 11 de junho de 1994. As colunas sobre o guerreiro da luz não fazem parte deste livro: serão publicadas, se Deus permitir, em O manual do guerreiro da luz. Ao prefaciar um de seus livros de histórias, Anthony Mello comenta: "Minha tarefa foi apenas a de tecelão; não tenho o mérito do algodão e da linha." Nem eu, tampouco. | |
| 650 | _aLITERATURA BRASILEIRA | ||
| 942 |
_cBK _2AGRIS |
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| 999 |
_c7733 _d7733 |
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