| 000 | 01709nam a2200253 a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | BS0002916 | ||
| 003 | BR-BrBNA | ||
| 005 | 20230418192151.0 | ||
| 008 | 230308b |||||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aBR-BrBNA _bpor _cBiblioteca Nacional de Agricultura |
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| 041 | _apor | ||
| 072 | _aS82 | ||
| 090 | _aS82 BS0002916 | ||
| 100 | 1 | _aClarke, Arthur C. | |
| 245 | 1 | _aOs náufragos do Selene / | |
| 250 | 1 | _as.ed. | |
| 260 | 3 |
_aRio de Janeiro, RJ: _bNova Fronteira, _c1984. |
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| 300 | _a265 p. | ||
| 500 | _aTítulo original: A fall of moondust. Tradução de Jorge Luiz Calife.. | ||
| 520 | 3 | _aNo romance, um grupo de turistas em visita à Lua participa de uma excursão em uma espécie de ônibus lunar denominado "Selene" e sofrem um "naufrágio" em um depósito de poeira lunar no Mar da Sede. Em 1961, época de publicação da obra, havia hipóteses de que algumas crateras pudessem abrigar tais depósitos. As propriedades deste pó lunar são fundamentais no desenvolvimento do argumento: ele teria uma alta concentração de ferro metálico, proveniente de meteoritos e seria suficientemente fino e seco para se comportar como um líquido em muitas situações. Isso torna a situação dos turistas extremamente crítica, porque ao mesmo tempo em que não ficaram marcas do naufrágio na superfície do "mar de pó" a comunicação via rádio está totalmente bloqueada pela blindagem do metal presente na poeira. Cabe ao engenheiro-chefe Lawrence desempenhar uma missão praticamente impossível: encontrar a nave e resgatar os passageiros. De sua missão depende o futuro da Humanidade na Lua. | |
| 650 | _aLITERATURA INGLESA | ||
| 909 |
_a202304 _bSergio Santos _c56 _dSergio Santos |
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| 942 | _cBK | ||
| 999 |
_c7977 _d7977 |
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