| 000 | 01904nam a2200229 a 4500 | ||
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| 001 | BS0002967 | ||
| 003 | BR-BrBNA | ||
| 005 | 20231009134929.0 | ||
| 008 | 230308b |||||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aBR-BrBNA _bpor _cBiblioteca Nacional de Agricultura |
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| 041 | _apor | ||
| 072 | _aS86 | ||
| 090 |
_aS86 _bBS0002967 |
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| 100 | 1 | _aVicenti, Mhário. | |
| 245 | 1 | _aO homem que chorava / | |
| 250 | 1 | _a1. ed. | |
| 260 | 3 |
_aCascavel, PR: _bIntegração, _c2008. |
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| 300 | _a281 p. | ||
| 520 | 3 | _aAos 46 anos, Maxxi decide sair em busca da felicidade. Vivendo à sombra de suas angústias, radicaliza seu estilo de vida ao deixar as conquistas e realizações para mergu1ar na essência perdida ao peregrinar pelo milenar Caminho de Santiago de Compostela. Nessa longa jornada seu olhar lacrimoso sobre a infância pobre e traumática vai se dissipando, amenizando a conturbada trajetória de vida. Uma nova percepção coloca Maxxi em xeque entre suas lembranças e pensamentos. É através do caminho que ele deixa para trás toda a carga de culpa e sentimentos de rejeição, conforme sua memória o transporta nas diferentes aventuras. O homem que chorava parecia viver na contramão do destino por causa de seu espírito cigano. Essa inquietude se traduziu ao final da peregrinação em respostas que lhe deram a paz necessária para encontrar o verdadeiro caminho e ser feliz. Com uma narrativa simples, objetiva e sensível, Mhário Vicenti deixa o leitor abduzido nessa história cheia de aventuras insólitas, que muda constantemente seu desfecho na exemplar vida de Maxxi. Um homem-menino que tinha tudo para engrossar as estatísticas negativas do país, por estar sempre à beira da marginalidade, chorando as injustiças da vida, mas decidiu virar o jogo e perseguir à tão sonhada felicidade, desejo de qualquer ser humano. | |
| 650 | _aLITERATURA BRASILEIRA | ||
| 942 |
_cBK _2AGRIS |
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| 999 |
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