000 02188nam a2200253 a 4500
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040 _aBR-BrBNA
_bpor
_cBiblioteca Nacional de Agricultura
041 _apor
072 _aB53
090 _aB53 BS0002988
100 1 _aAbdul-Kak, Ana Patrícia Neves.
245 1 _aO Conselho de Defesa Sul-Americano: objetivos e interesses do Brasil /
250 1 _a1. ed.
260 3 _aBrasília, DF:
_bFundação Alexandre Gusmão,
_c2013.
300 _a280 p.
500 _a(Coleção CAE).
520 3 _aUm dos elementos que diferencia a UNASUL de processos anteriores de integração regional é a cooperação em matéria de defesa, articulada por meio do Conselho de Defesa Sul-Americano (CDS). Criado em dezembro de 2008, o CDS marca uma inflexão na tendência, verificada durante a Guerra Fria, de estruturação da cooperação militar coletiva no Hemisfério em torno dos EUA. Sua criação foi uma iniciativa brasileira em resposta à deterioração do quadro estratégico regional após o ataque colombiano a Angostura, no Equador. Nesse contexto, o CDS tornou-se um canal de diálogo regional útil em situações de crise político-militar e um instrumento permanente de fomento de confiança, capaz de contribuir para o fortalecimento da capacidade dissuasória regional e a consolidação de uma identidade sul-americana de defesa. Ao constituir-se em espaço permanente de consultas e reflexão sobre temas estratégicos, o CDS articula dois objetivos diplomáticos tradicionais do Brasil: o fortalecimento da cooperação interestatal como forma de minimizar os riscos do uso da força em seu entorno geográfico e a consolidação da autonomia nacional e regional. Trata-se de uma visão que se orienta pela necessidade de prevenir, por meio da cooperação e da interdependência, situações de instabilidade e tensão regional, aumentando a previsibilidade nas relações entre os Estados da UNASUL e minimizando os riscos de intervencionismo externo.
650 _aRELAÇÕES INTERNACIONAIS
909 _a202304
_bSergio Santos
_c56
_dSergio Santos
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