| 000 | 01693nam a2200277 a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | BS0003100 | ||
| 003 | BR-BrBNA | ||
| 005 | 20230418192222.0 | ||
| 008 | 230308b |||||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aBR-BrBNA _bpor _cBiblioteca Nacional de Agricultura |
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| 041 | _apor | ||
| 072 | _aB33 | ||
| 090 | _aB33 BS0003100 | ||
| 100 | 1 | _aCarvalho, Maria Michol Pinho de | |
| 245 | 1 | _aMatracas que desafiam o tempo: é o Bumba-Boi do Maranhão / | |
| 260 | 3 |
_aSão Luis, MA: _c1995. |
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| 300 | _a268 p. | ||
| 500 | _aDissertação de Mestardo em Comunicação apresentada, no segundo semestre de 1988, à Coordenação de Pós-graduação da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, sob a orientação da Dra. Heloísa Buarque de Hollanda.. | ||
| 520 | 3 | _aOi, é assim mesmo: o bumba-boi tem o seu tempo quente e nessa época forte a gente não tira o sentido dele (...). A festa toda se parece assim um tanto com a vida da gente, com um começo, um meio e um fim. O boi nasce, cresce e morre a cada ano. Ele vai ficando grandinho durante os ensaios, quando ta bem taludinho, a gente leva ele até diante do nosso querido Protetor SÃO JOÃO, batiza como uma criança nova e nesse Batizado ele tem que receber um nome, que fica gravado no seu couro como um distintivo. Aí ele ta pronto para correr mundo e ganhar corpo, vira gente grande, crescida e vai indo, vadiando, até que chega a hora de desaparecer do nosso meio, deixando muita saudade (...). Apesar de hoje ele poder voltar de vez em quando... | |
| 650 | _aCULTURA | ||
| 650 | _aBRASIL | ||
| 650 | _aMARANHÃO | ||
| 650 | _aFOLCLORE | ||
| 909 |
_a202304 _bSergio Santos _c56 _dSergio Santos |
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| 942 | _cBK | ||
| 999 |
_c8162 _d8162 |
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