| 000 | 01766nam a2200253 a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | BS0003114 | ||
| 003 | BR-BrBNA | ||
| 005 | 20230418192225.0 | ||
| 008 | 230308b |||||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aBR-BrBNA _bpor _cBiblioteca Nacional de Agricultura |
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| 041 | _apor | ||
| 072 | _aE70 | ||
| 090 | _aE70 BS0003114 | ||
| 100 | 1 | _aMesquita, Paulo Estivallet de | |
| 245 | 1 | _aA Organização Mundial do Comércio / | |
| 260 | 3 |
_aBrasilia, DF.: _bFunag, _c2013. |
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| 300 | _a105 p. | ||
| 500 | _aEm poucas palavras. | ||
| 520 | 3 | _aNo comércio internacional, cada país busca obter vantagens em relação aos outros. A experiência mostra, no entanto, que políticas unilaterais tendem a se anular mutuamente, em um jogo de soma negativa. Ainda assim, foi preciso atravessar as tragédias da Grande Depressão e da 11 Guerra Mundial para que se fizesse, em 1947, o primeiro esforço efetivo para criar um regime para regulamentar o comércio internacional - o GATT. Em 1995, o GATT deu lugar à Organização Mundial do Comércio, um arranjo institucional elaborado, com um conjunto de regras sofisticado, amplo e detalhado para disciplinar o comércio de bens e serviços. Essa regulamentação vai hoje muito além das medidas de fronteira, afetando políticas que, até há alguns anos, eram consideradas como parte do domínio reservado dos Estados. O sistema multilateral de comércio é um dos pilares da economia internacional. Ele enfrenta, no entanto, desafios importantes, como a persistência do protecionismo e o risco de fragmentação decorrente da proliferação dos acordos regionais de comércio. | |
| 650 | _aCOMÉRCIO INTERNACIONAL | ||
| 650 | _aRELAÇÕES INTERNACIONAIS | ||
| 909 |
_a202304 _bSergio Santos _c56 _dSergio Santos |
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