| 000 | 01975nam a2200253 a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | BS0003221 | ||
| 003 | BR-BrBNA | ||
| 005 | 20230418192243.0 | ||
| 008 | 230308b |||||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aBR-BrBNA _bpor _cBiblioteca Nacional de Agricultura |
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| 041 | _apor | ||
| 072 | _aS84 | ||
| 090 | _aS84 BS0003221 | ||
| 100 | 1 | _aBaubt, Jean-Dominique | |
| 245 | 1 | _aO escafandro e a borboleta / | |
| 250 | 1 | _a2. ed. | |
| 260 | 3 |
_aSão Paulo, SP: _bWMF Editora, _c2009. |
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| 300 | _a142 p. | ||
| 500 | _aTítulo original: Le Scaphandre et le Papillon. Tradução de Ivone Castinho Benedetti.. | ||
| 520 | 3 | _aEm 8 de dezembro de 1995, um acidente vascular cerebral mergulhou brutalmente Jean-Dominique Bauby em coma profundo. Ao sair dele, todas as suas funções motoras estavam deterioradas. Atingido por aquilo que a medicina chama de "locked-in syndrome" (literalmente, trancado no interior de si mesmo), ele não podia mexer-se, comer, falar e nem mesmo respirar sem a ajuda de aparelhos. Em seu corpo inerte, só um olho se mexia. Esse olho - o esquerdo - é o vínculo que ele tem com o mundo, com os outros, com a vida. Com esse olho, ele pisca uma vez para dizer "sim", duas para dizer "não". Com esse olho, ele chama a atenção de seu visitante para as letras do alfabeto que lhe são ditadas, formando assim palavras, frases, páginas inteiras... Com esse olho, ele escreveu este livro: todas as manhãs, durante semanas, foi memorizando as páginas antes de as ditar e de as corrigir, depois. Do interior da bolha de vidro de seu escafandro, onde voam borboletas, ele nos envia cartões-postais de um mundo que só podemos imaginar, mundo onde nada mais ficou além de um espírito em ação. Espírito ora sarcástico, ora desencantado; espírito cuja intensidade toca profundamente o coração. Quando só restam palavras, nenhuma palavra é demais. | |
| 650 | _aLITERATURA FRANCESA | ||
| 909 |
_a202304 _bSergio Santos _c56 _dSergio Santos |
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| 942 | _cBK | ||
| 999 |
_c8284 _d8284 |
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