| 000 | 01641nam a2200253 a 4500 | ||
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| 001 | BS0003241 | ||
| 003 | BR-BrBNA | ||
| 005 | 20231109123225.0 | ||
| 008 | 230308b |||||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aBR-BrBNA _bpor _cBiblioteca Nacional de Agricultura |
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| 041 | _apor | ||
| 072 | _aS91 | ||
| 090 |
_aS91 _bBS0003241 |
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| 100 | 1 | _aCouto, Mia | |
| 245 | 1 | _aUm rio chamado tempo, uma casa chamada terra / | |
| 250 | 1 | _a1. ed. | |
| 260 | 3 |
_aSão Paulo, SP: _bCompanhia das Letras, _c2003. |
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| 300 | _a262 p. | ||
| 500 | _a8a. reimpressão. | ||
| 520 | 3 | _aO estudante universitário Marianinho volta à ilha de Luar-do-Chão depois de anos de ausência. Seu retorno é um imperativo: ele fora incumbido de comandar as cerimônias fúnebres do avô Dito Mariano, de quem recebera o mesmo nome. Neto favorito do patriarca, o rapaz chega à ilha e se vê no centro de uma série de intrigas e de segredos familiares, que envolvem seu pai, Fulano Malta, a avó Dulcineusa, os tios Abstinêncio, Ultímio e Admirança, e também as nebulosas circunstâncias em torno da morte de sua mãe, Mariavilhosa. Marianinho logo descobre que o falecimento do avô permanece estranhamente incompleto e esconde desígnios que escapam à força dos homens - como tudo nessa enigmática Luar-do Chão. O moçambicano Mia Couto é um dos mais importantes autores africanos de hoje. Neste romance, a situação de conflito entre a deriva da África pós- colonial e o arraigamento das tradições ganha retrato exemplar numa saga familiar poética e fantástica. | |
| 650 | _aLITERATURA | ||
| 650 | _aLITERATURA MOÇAMBICANA | ||
| 942 |
_cBK _2AGRIS |
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| 999 |
_c8304 _d8304 |
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