| 000 | 01613nam a2200253 a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | BS0003494 | ||
| 003 | BR-BrBNA | ||
| 005 | 20231101122639.0 | ||
| 008 | 230308b |||||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aBR-BrBNA _bpor _cBiblioteca Nacional de Agricultura |
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| 041 | _apor | ||
| 072 | _aS89 | ||
| 090 |
_aS89 _bBS0003494 |
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| 100 | 1 | _aPergaud, Louis. | |
| 245 | 1 | _aA guerra dos botões: romance dos meus doze anos / | |
| 250 | 1 | _a2. ed. | |
| 260 | 3 |
_aRio de Janeiro, RJ: _bEdiouro, _c1996. |
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| 300 | _a124 p. | ||
| 500 | _aTítulo original: La Guerre des boutons. traduzido por Cecília Casas. | ||
| 520 | 3 | _aLebrac começou pelo avental, cortou os ganchos de metal do colarinho, os botões da manga e da frente, rompendo as casas, depois Camus lhe arrancou essa indumentária agora inútil; os botões e as casas do pulôver sofreram igual destino; o suspensório não escapou, voou junto com o pulôver. Depois foi a vez da camisa: do colarinho ao peitilho, passando pelas mangas, nem um botão, nem uma casa foi esquecida... - Você não usa cueca! - exclamou Lebrac, examinando o interior das calças que já escorregavam pelas pernas. - E agora, desinfeta! Mais do que uma história de aventura, A Guerra dos Botões é uma verdadeira epopéia onde os heróis são meninos de dez anos. Enfrentando todos os perigos, esses pequenos guerreiros demonstram uma inabalável força de propósitos e uma forma de combate inusitada: arrancam todos os botões das roupas dos adversários, deixando-os nus. | |
| 650 | _aLITERATURA INFANTO JUVENIL | ||
| 650 | _aLITERATURA FRANCESA | ||
| 942 |
_cBK _2AGRIS |
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| 999 |
_c8554 _d8554 |
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