| 000 | 01575nam a2200241 a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | BS0003507 | ||
| 003 | BR-BrBNA | ||
| 005 | 20231109124732.0 | ||
| 008 | 230308b |||||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aBR-BrBNA _bpor _cBiblioteca Nacional de Agricultura |
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| 041 | _apor | ||
| 072 | _aS91 | ||
| 090 |
_aS91 _bBS0003507 |
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| 100 | 1 | _aDostoiévski, Fiódor | |
| 245 | 1 | _aDiário do subsolo / | |
| 260 | 3 |
_aSão Paulo, SP: _bMartin Claret, _c2012. |
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| 300 | _a138 p. | ||
| 500 | _aTradução e e notas de Oleg Almeida. | ||
| 520 | 3 | _aÉ difícil ler o "Diário do Subsolo": é doloroso aceitá-lo. Com uma precisão quase clínica, Dostóiévski traça neste livro o perfil de uma pessoa que, marginalizada social e moralmente, procura vingar-se do mundo inteiro ao qual atribui a sua humilhação. "Sou um sujeito maldoso!" - reconhece o "homem do subsolo", antecessor dos misantropos por opção do século XX, e sua maldade se volta, desenfreada, contra os inocentes e, muitas vezes, contra ele próprio. A rebelião existencial do indivíduo reduzido à condição de uma " reles mosca" dá início à minuciosa análise das questões cruciais de poder, justiça e liberdade, cujo frágil equilíbrio se reveste de especial importância em nossa época de revisão e contestação dos valores eternos. Abordando-as de modo lúcido e cortante, o gênio das letras russas deixa à humanidade seu aviso atemporal - Cuidado com o subsolo da alma, que suas portas estão sempre abertas! | |
| 650 | _aLITERATURA | ||
| 650 | _aLITERATURA RUSSA | ||
| 942 |
_cBK _2AGRIS |
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| 999 |
_c8567 _d8567 |
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