| 000 | 01899nam a2200265 a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | BS0003546 | ||
| 003 | BR-BrBNA | ||
| 005 | 20230418192355.0 | ||
| 008 | 230308b |||||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aBR-BrBNA _bpor _cBiblioteca Nacional de Agricultura |
||
| 041 | _apor | ||
| 072 | _aPSICOLOGIA | ||
| 090 | _aPSICOLOGIA BS0003546 | ||
| 100 | 1 | _aHirigoyen, Marie-France | |
| 245 | 1 | _aAssédio Moral: A violência perversa no cotidiano / | |
| 250 | 1 | _a9. ed. | |
| 260 | 3 |
_aRio de Janeiro, RJ: _bBertrand Brasil, _c2007. |
|
| 300 | _a224 p. | ||
| 500 | _aTítulo original: Le harcèlement moral. Traduzido por Maria Helena Kuhner.. | ||
| 520 | 3 | _aÉ possível destruir alguém apenas com palavras, olhares, subentendidos: a isto se dá o nome de violência perversa ou assédio moral. Neste livro, a partir de diversos casos testemunhados, a autora analisa a especificidade da relação perversa e levanta um alerta contra toda tentativa de banalização da violência. Ela demonstra que um mesmo processo, mortífero, está em ação, quer se trate de um casal, de uma família ou de uma empresa, envolvendo as vítimas em uma espiral depressiva, e podendo até levá-las ao suicídio. Essas violências insidiosas decorrem de uma vontade de livrar-se de alguém sem sujar as mãos. A característica do perverso é mascarar sua ação. É esta impostura que precisa ser desvelada, para permitir à vítima reencontrar seus referenciais e subtrair-se ao enredamento e ao controle de seu agressor. Com base em sua experiência clínica, a autora coloca-se, decididamente, na condição de vitimóloga, do lado das pessoas agredidas, para que o assédio que diariamente sofrem seja levado em conta e receba o nome que lhe cabe: o de um verdadeiro assassinato psíquico. | |
| 650 | _aPSICOLOGIA | ||
| 650 | _aASSÉDIO MORAL | ||
| 909 |
_a202304 _bSergio Santos _c56 _dSergio Santos |
||
| 942 | _cBK | ||
| 999 |
_c8707 _d8707 |
||