| 000 | 01438nam a2200241 a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | BS0003652 | ||
| 003 | BR-BrBNA | ||
| 005 | 20230418192356.0 | ||
| 008 | 230308b |||||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aBR-BrBNA _bpor _cBiblioteca Nacional de Agricultura |
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| 041 | _apor | ||
| 072 | _aS85 | ||
| 090 | _aS85 BS0003652 | ||
| 100 | 1 | _aBuarque, Chico | |
| 245 | 1 | _aBudapeste: romance / | |
| 250 | 1 | _a2. ed. | |
| 260 | 3 |
_aSão Paulo, SP: _bCompanhia das Letras, _c2003. |
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| 300 | _a174 p. | ||
| 520 | 3 | _aFui dar em Budapeste graças a um pouso imprevisto, quando voava de Istambul a Frankfurt, com conexão para o Rio. A companhia ofereceu pernoite num hotel do aeroporto, e só de manhã nos informariam que o problema técnico, responsável por aquela escala, fora na verdade uma denúncia anônima de bomba a bordo. No entanto, espiando por alto o telejornal da meia-noite, eu já me intrigara ao reconhecer o avião da companhia alemã parado na pista do aeroporto local. Aumentei o volume, mas a locução era em húngaro, única língua do mundo que, segundo as más línguas, o diabo respeita. Apaguei a tevê, no Rio eram sete da noite, boa hora para telefonar para casa; atendeu a secretária eletrônica, não deixei recado, nem faria sentido dizer: oi, querida, sou eu, estou em Budapeste, deu um bode no avião, um beijo. | |
| 650 | _aLITERATURA BRASILEIRA | ||
| 909 |
_a202304 _bSergio Santos _c56 _dSergio Santos |
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| 942 | _cBK | ||
| 999 |
_c8713 _d8713 |
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