| 000 | 01549nam a2200229 a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | BS0003671 | ||
| 003 | BR-BrBNA | ||
| 005 | 20231011140043.0 | ||
| 008 | 230308b |||||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aBR-BrBNA _bpor _cBiblioteca Nacional de Agricultura |
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| 041 | _apor | ||
| 072 | _aS86 | ||
| 090 |
_aS86 _bBS0003671 |
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| 100 | 1 | _aNeto, João Simões Lopes. | |
| 245 | 1 | _aCasos do Romualdo / | |
| 260 | 3 |
_aPorto Alegre, RS: _bMartins Livreiro, _c2000. |
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| 300 | _a121 p. | ||
| 520 | 3 | _aCasos do Romualdo reúne vinte e um exemplares dos chamados causos gauchescos, histórias curtas inventadas e inverossímeis que fazem parte da cultura gaúcha tradicional, tanto que nos dias de hoje se realizam festivais onde se premiam os melhores contadores de causos. Os deste livro são criação de um personagem que realmente existiu, o engenheiro Romualdo de Abreu e Silva (ver a seguir). O mérito de Simões Lopes Neto não está, pois, em haver criado as histórias, mas, a exemplo de Lendas do Sul, o de lhe haver dado forma literária com o estilo marcadamente seu. Costuma-se comparar Casos do Romualdo com As Aventuras do Barão de Münchhausen, mas Augusto Meyer descarta a influência direta. Profundo conhecedor da cultura gaúcha, Meyer não ignorava o gosto de Simões Lopes Neto em frequentar os galpões de estância, onde os gaúchos, reunidos em volta do fogo e tomando chimarrão, se entretinham contando histórias inventadas ou verdadeiras. | |
| 650 | _aLITERATURA BRASILEIRA | ||
| 650 | _aCONTOS | ||
| 942 |
_cBK _2AGRIS |
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| 999 |
_c8734 _d8734 |
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