| 000 | 02697nam a2200253 a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | BS0003697 | ||
| 003 | BR-BrBNA | ||
| 005 | 20230418192403.0 | ||
| 008 | 230308b |||||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aBR-BrBNA _bpor _cBiblioteca Nacional de Agricultura |
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| 041 | _apor | ||
| 072 | _aB53 | ||
| 090 | _aB53 BS0003697 | ||
| 100 | 1 | _aLima, Sergio Eduardo Moreira (org) | |
| 245 | 1 | _aVarnhagen (1816-1878): Diplomacia e pensamento estratégico / | |
| 260 | 3 |
_aBrasilia, DF: _bFundação Alexandre Gusmão , _c2016. |
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| 300 | _a260 p. | ||
| 520 | 3 | _aA obra reúne ensaios de historiadores e diplomatas a partir de pesquisas elaboradas para o Seminário sobre o assunto, organizado pela Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG), no Instituto Rio Branco (IRBr), em Brasília, em abril de 2016, para comemorar o bicentenário do nascimento do diplomata oitocentista brasileiro Francisco Adolfo de Varnhagen, conhecido também como Visconde de Porto Seguro. É notória a importância de Francisco Adolfo de Varnhagen para a historiografia, embora seja menos conhecida sua contribuição à diplomacia brasileira. Por essa razão, a Fundação, em parceria com o IRBr, o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB)e a Universidade de Brasília (UnB), tomou a iniciativa de realizar debate sobre o tema da Diplomacia e Pensamento Estratégico na concepção de Varnhagen e sobre sua participação, durante o Império, no avanço e formulação da ideia de transferência da capital para o Planalto Central. Apresentado pelo chanceler José Serra e prefaciado por Sérgio Eduardo Moreira Lima, o livro é composto de ensaios de autoria de diplomatas e historiadores, como Arno Wehling (Integridade e integração nacional: duas ideias-força de Varnhagen); Luiz Felipe de Seixas Corrêa (Varnhagen: a formação do Brasil vista de 'fora' e de 'dentro'); Synésio Sampaio Góes Filho (A geração de Varnhagen e a definição do espaço brasileiro); Carlos Henrique Cardim (O descobridor de Brasília: Varnhagen, ideólogo da modernização); Paulo Roberto de Almeida (O pensamento estratégico de Varnhagen: contexto e atualidade")e Luís Cláudio Villafañe Gomes Santos (Varnhagen e a América do Sul). O patrono da historiografia brasileira teve o mérito, como diplomata e homem público, de pensar o Brasil de uma perspectiva geopolítica e geoestratégica. Para ele, a ação diplomática deveria orientar-se nessa direção, como instrumento na realização de propósitos que levariam ao ideal de grandeza nacional. | |
| 650 | _aRELAÇÕES INTERNACIONAIS | ||
| 650 | _aDIPLOMACIA | ||
| 650 | _aHISTÓRIA DO BRASIL | ||
| 909 |
_a202304 _bSergio Santos _c56 _dSergio Santos |
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| 999 |
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