| 000 | 01652nam a2200253 a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | BS0003711 | ||
| 003 | BR-BrBNA | ||
| 005 | 20231011145018.0 | ||
| 008 | 230308b |||||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aBR-BrBNA _bpor _cBiblioteca Nacional de Agricultura |
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| 041 | _apor | ||
| 072 | _aS86 | ||
| 090 |
_aS86 _bBS0003711 |
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| 100 | 1 | _aOliveira, Vera Lúcis de | |
| 245 | 1 | _aEntre as junturas dos ossos / | |
| 250 | 1 | _a1ª ed. | |
| 260 | 3 |
_aBrasilia, DF: _bMinistério da Educação, _c2006. |
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| 300 | _a72 p. | ||
| 500 | _aColeção literatura para todos, v. 5. | ||
| 520 | 3 | _aNeste livro de poemas, a poeta Vera Lúcia de Oliveira, em suas próprias palavras, nos oferece um convite a mergulhar no que há de mais íntimo e intrínseco dentro de cada um de nós. É uma viagem pela memória, a infância que cada um conserva, a imagem de manhãs e tardes nas quais sentíamos a vida dentro de nós sem que tivéssemos, muitas vezes, noção e percepção desse milagre divino. E, como a poesia concentra significados, cada palavra no texto tem seu peso específico, é feita de concretude e pesa como a coisa que ela representa. Tem cheiro, sabor, range, geme, uiva, fala, ás vezes rasteja como na página como um bicho, esbraveja como uma pessoa ferida, ilumina como uma lâmpada, chora como um luto ou rasga a casca da semente, que é de som e ao mesmo tempo não é. O que está entre as junturas dos ossos é o que temos de mais profundo no corpo vivo, onde as palavras viajam, na profundidade da terra, das plantas, dos bichos e das pedras. | |
| 650 | _aLITERATURA BRASILEIRA | ||
| 650 | _aPOESIA BRASILEIRA | ||
| 942 |
_cBK _2AGRIS |
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| 999 |
_c8774 _d8774 |
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