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003 BR-BrBNA
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040 _aBR-BrBNA
_bpor
_cBiblioteca Nacional de Agricultura
041 _apor
072 _aS86
090 _aS86
_bBS0003847
100 1 _aLóra, Rui Sève de Samarcos
245 1 _aQuadra do quadrado quadriculado /
250 1 _a1. ed.
260 3 _aSão Paulo, SP:
_bScortecci,
_c2013.
300 _a70 p.
520 3 _aDa quadra da vida espero somente alegria e como Rigoletto que sou às vezes penso se eu sou você, mas sei que você sou eu. Então, eu queria... ah, vamos ver? Pura agonia essa mania de ser e sentir-se metade. Vidas, verdadeiras carroças sem cavalos, faz desta a melhor das épocas onde este pode ser um dos muitos poemas de uma letra só. Movimento da divagação que perdura no tempo. Isso mesmo. Mudam-se os tempos! Agora, você é a Verdade e eu sou o Devagar. Somente com a roda, redonda roda, é que não paro de pensar no infinito, na plenitude de uma noite encantada nesse sobe e desce da vida. Nova ilusão que só ocorre no shabat. É por trás dos olhos que vejo minha sina, trocando palavras por você - oh, vento que vem do vento - ainda é o mesmo que entra nos seus sapatos toda vez que subo a velha montanha. Pois bem, este é o fim do início do meio. Coisas que o futuro abriga em pedras passadas antes do tempo de le defi. Quando a ebulição em dois sentidos torna-se pedaço do tudo, o beijo de cem sentidos aguça nossa vontade de por um fim.
650 _aLITERATURA BRASILEIRA
650 _aPOESIA
942 _cBK
_2AGRIS
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