000 04826nab a2200337 i 4500
003 BR-BrBNA
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040 _aBR-BrBNA
_beng
072 _aH60
_b0120
072 _aF61
100 _aNolla, A.
100 _aJucksh, I.
100 _aCastaldo, J.H.
100 _aAlvarenga, R.C.
100 _aAlbrecht, L.P.
245 _aGrowth and accumulation of nutrients by weeds, in maize and legumes intercrops
500 _aPublicação on-line; 30 ref.; 6 tables; Summaries (En, Pt)
520 _a ABSTRACT - The presence of weeds on fields is a concern for farmers, due to competition with the commercial crops, reducing yields. The intercropping of maize with legumes provides weed control; after senescence, the nutrients accumulated by plants are released, recycling nutrients. The study of plant species and their diversity is called phytosociology. This study aimed at evaluating the accumulation of dry phytomass by maize intercropped with legumes and weeds species, and at evaluating nutrient cycling and the phytosociology of weeds. The experiment consisted of maize intercropped with legumes cover crops: jack-beans, Brazilian jack-beans, velvet bean, lablab-beans, and pigeon pea, and the control treatment (maize without intercrop), all without chemical or mechanical weed control. Maize was sown in the plots, and legumes were sown 64 days after maize. Maize was harvested 120 days after sowing (DAS), and legumes at 144 DAS. Weeds were sampled at 84 and 144 DAS. It was possible to evaluate the accumulation of dry phytomass, the nutrient content of the intercrop components, and the phytosociology of weeds. The phytomass accumulation by maize was not affected by the intercrop with legumes. The intercrop with velvet bean accumulated higher dry phytomass and suppressed weeds. Jack beans accumulated dry mass, but did not suppress weeds. The intercropping system changed the diversity of weeds. Panicum maximum, Commelina nudiflora, Commelina benghalensis, Leonotis nepetaefolia and Melampodium divaricatum stood out by presenting higher values of phytosociological index and nutrient recycling. Keywors: green manure, phytosociology, jack beans, modified importance value index, velvet bean.
520 _a RESUMO - A presença de plantas daninhas nos campos é uma preocupação dos agricultores, devido à competição com culturas comerciais, causando perdas em produtividade. A consorciação do milho com leguminosas de adubação verde propicia controle das plantas daninhas; após a senescência, os nutrientes acumulados pelas plantas são liberados, reciclando nutrientes. O estudo das espécies vegetais e sua diversidade é chamado de fitossociologia. Este trabalho objetivou avaliar o acúmulo de fitomassa do consórcio milho com leguminosas e plantas daninhas, bem como a ciclagem de nutrientes e a fitossociologia das infestantes. O experimento consistiu na consorciação de milho com as leguminosas de adubação verde: feijão-de-porco, feijão-bravo-do-ceará, mucuna-preta, lablab e guandu, além da testemunha (milho solteiro), todas sem controles químicos ou mecânicos de plantas daninhas. Semeou-se milho nas parcelas, e as leguminosas foram semeadas 64 dias após. O milho foi colhido aos 120 dias, e as leguminosas, aos 144 dias. As plantas daninhas foram amostradas aos 84 e 144 dias. Determinou-se acúmulo de fitomassa seca, o conteúdo de nutrientes dos componentes do consórcio e a fitossociologia das plantas daninhas. O acúmulo de fitomassa pelo milho não foi afetado pelo consórcio com adubos verdes. O consórcio com mucuna-preta acumulou maior fitomassa seca e suprimiu as plantas daninhas. O feijão-de-porco acumulou matéria seca, mas suprimiu pouco as plantas daninhas. A consorciação alterou a diversidade das plantas daninhas. Panicum maximum, Commelina nudiflora, Commelina benghalensis, Leonotis nepetaefolia, Melampodium divaricatum se destacaram por apresentar altos valores dos índices fitossociológicos e pelo potencial na reciclagem de nutrientes. Palavras-chave: adubo verde, fitossociologia, feijão de porco, índice do valor de importância modificado, mucuna-preta.
650 _aFISIOLOGIA NUTRICIONAL
650 _aADUBO VERDE
650 _aFEIJÃO DE PORCO
650 _aMUCUNA PRETA
650 _aERVA DANINHA
650 _aMILHO
773 0 _0886
_91815
_dLondrina-PR : Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas, 1978
_o2023-031022
_tPlanta Daninha (Brazil)
_x0100-8358; 1806-9681 (on-line)
_gv. 36 p. 1-11; (2018)
_wBR2023000090
856 _uhttps://www.scielo.br/j/pd/a/RRm9sKh9ktKHxP6Pg7jfsMv/?format=pdf&lang=en
942 _cAnalítica
999 _c8947
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