000 04817nab a2200361 i 4500
003 BR-BrBNA
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008 230515b2019 bl.ar|pooa||| 00| 0 eng |
040 _aBR-BrBNA
_beng
072 _aH60
_b2120
100 _aBorges, L.G.M.
100 _aMiranda, F.R.
100 _aBorges, A.M.
100 _aSilva, J.R.O.
100 _aCampos, A.A.V.
100 _aRonchi, C.P.
245 _aResponse of arabica coffee cultivars to competition from beggarticks
500 _aPublicação on-line; 29 ref.; 6 tables; 1 illus.; Summaries (En, Pt)
520 _a ABSTRACT - The goal of this study was to analyze the response of Arabica coffee cultivars grown under three levels of Bidens pilosa (beggarticks) interference. At 30 days after transplanting (DAT) of 14 Arabica coffee cultivars into 11 L pots, beggarticks was seeded in the pots and soon after emergence, three levels of weed infestation were established: none, low (two plants per pot), and high (five plants per pot). Treatments were arranged in a 14 × 3 factorial scheme under a completely randomized design, with four replicates. Coffee plant growth was evaluated at both weed emergence and blossoming (90 DAT) when the experiment was completed. Regardless beggarticks infestation levels, significant effects of cultivars occurred on almost all the coffee growth variables. Specifically, the Arabica coffee cultivars Arara, Asa Branca, and Bourbon Amarelo exhibited greater values for root, leaf, shoot, and whole plant dry matter when compared with the other cultivars. The Arabica coffee cultivars presented lower leaf area increments, and also lower leaf, shoot, and whole plant dry matter accumulation when grown under either low or high infestation levels (between which there were no statistical differences, p>0.05) in comparison with that under the weed-free treatment. However, there were no significant interactions between Arabica coffee cultivars and weed infestation levels for those crop growth variables. We conclude that all Arabica coffee cultivars tested were equally susceptible to B. pilosa competition in this phase of crop implantation. Keywords: Bidens pilosa, Coffea arabica, weed competition, cultural control, growth, integrated weed management.
520 _a RESUMO - Objetivou-se neste estudo analisar a resposta de 14 cultivares de café arábica sob três níveis de infestação de Bidens pilosa (picão-preto). Aos 30 dias após o transplantio (DAT) das mudas de 14 cultivares de café arábica para vasos de 11 L, sementes de B. pilosa foram semeadas nos vasos, estabelecendo-se, logo após a emergência, três níveis de infestação: nulo; baixo – duas plantas/vaso; e alto – cinco plantas/vaso. O delineamento utilizado foi inteiramente casualizado com quatro repetições, e os tratamentos, distribuídos em esquema fatorial 14 x 3. O crescimento do cafeeiro foi avaliado no momento tanto da emergência quanto do florescimento da planta daninha, quando o experimento foi encerrado, aos 90 DAT. Independentemente dos níveis de infestação, houve efeito significativo do fator cultivar sobre praticamente todas as variáveis avaliadas relacionadas ao crescimento das mudas de café, destacando-se os cultivares Arara, Asa Branca e Bourbon Amarelo J9, que apresentaram maiores matéria seca de folhas, raiz, parte aérea e de planta inteira, em comparação aos demais cultivares. Independentemente dos cultivares, verificou-se menor incremento de área foliar, matéria seca de folha, matéria seca da parte aérea e matéria seca da planta inteira de café, seja em nível de infestação baixo ou alto, entre os quais não houve diferença, em comparação ao tratamento livre de competição. Todavia, as interações entre cultivares e níveis de infestação para essas variáveis não foram significativas, permitindo concluir que todos os cultivares de café testados foram igualmente sensíveis à competição de B. pilosa na fase de implantação da cultura. Palavras-chave: Bidens pilosa, Coffea arabica, competição de plantas daninhas, controle cultural, crescimento, manejo integrado de plantas daninhas.
650 _aBIDENS PILOSA
650 _aPICÃO PRETO
650 _aCOFFEA ARÁBICA
650 _aCAFÉ
650 _aERVA DANINHA
650 _aCOMPETIÇÃO BIOLÓGICA
650 _aCONTROLE CULTURAL
650 _aCRESCIMENTO
773 0 _0886
_91816
_dLondrina-PR : Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas, 1978
_o2023-031023
_tPlanta Daninha (Brazil)
_x0100-8358; 1806-9681 (on-line)
_gv. 37 p. 1-9; (2019)
_wBR2023000360
856 _uhttps://www.scielo.br/j/pd/a/DNVjhvMbDcGxj5btLWdwF3F/?format=pdf&lang=en
942 _cAnalítica
999 _c9105
_d9105