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040 _aBR-BrBNA
_beng
072 _aH60
_b0337
100 _aAgostinetto, D.
100 _aWestendorff, N.
100 _aZandoná, R.R.
100 _aUlguim, A.R.
100 _aLangaro, A.C.
245 _aInterference periods of Raphanus raphanistrum L. in sunflower crop
500 _aPublicação on-line; 23 ref.; 3 tables; 1 illus.; Summaries (En, Pt)
520 _a ABSTRACT - Raphanus raphanistrum L. (wild radish) stands out among the weeds that cause greatest damage to the sunflower crop, due to the development cycle and adaptability. The objective of this research was to determine interference periods of sunflower interacting with wild radish, and the effects of competition on yield and its components. The experiment was conducted in the field in a randomized block design with four replications. The treatments were arranged in a factorial design with factor A composed of wild radish coexistence or control in sunflower, and factor B, for eight periods (0, 7, 14, 21, 28, 35, 42 and 135 days after crop emergence). It was evaluated height, diameter of chapters, achene yield and dry matter of weeds and crop. The presence of wild radish adversely affects the accumulation of dry mass, head diameter, thousand grain weight and reduces sunflower productivity when the wild radish interacts during the whole crop cycle, but does not affect on plant height. Chemical control of wild radish may be adopted at the end of period prior to interference, which for sunflower crop is 13 DAE, and the application is sufficient to avoid weed interference until the end of the total period of interference prevention which occurs until 17 days after crop emergence. Keywords: Helianthus annuus, competition, weeds.
520 _a RESUMO - Raphanus raphanistrum L. (nabo) se destaca entre as plantas daninhas que causam os maiores prejuízos à cultura do girassol, em função do ciclo de desenvolvimento e adaptabilidade. Objetivou-se com esta pesquisa determinar os períodos de interferência da cultura do girassol convivendo com nabo, os efeitos da competição na produtividade e seus componentes. O experimento foi conduzido a campo, em delineamento experimental de blocos casualizados com quatro repetições. Os tratamentos foram arranjados em esquema fatorial, sendo o fator A composto pela convivência ou controle de nabo na cultura do girassol e o fator B, por sete períodos (0, 7, 14, 21, 28, 35 e 90 dias após a emergência da cultura). Avaliou-se a estatura, o diâmetro de capítulos, a produtividade de aquênios e a massa seca das plantas daninhas e da cultura. A presença de nabo afeta negativamente o acúmulo de massa seca, o diâmetro de capítulo, o peso de mil aquênios e reduz a produtividade de girassol, quando o nabo convive durante todo o ciclo da cultura, porém não influencia a estatura das plantas. O controle químico de nabo deve ser realizado ao final do período anterior à interferência, o qual, para a cultura do girassol, é de 13 dias após a emergência, sendo suficiente para evitar a interferência de plantas daninhas até o final do período total de prevenção à interferência, que ocorre até os 17 dias após a emergência da cultura. Palavras-chave: Helianthus annuus, competição, plantas daninhas.
650 _aRHAPHANUS RAPHANISTRUM
650 _aHELIANTHUS ANNUUS
650 _aERVA DANINHA
650 _aCOMPETIÇÃO BIOLÓGICA
773 0 _0886
_91817
_dLondrina-PR : Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas, 1978
_o2023-031024
_tPlanta Daninha (Brazil)
_x0100-8358; 1806-9681 (on-line)
_gv. 38 p. 1-8; (2020)
_wBR2023000815
856 _uhttps://www.scielo.br/j/pd/a/g8BWxsgBzgRXVQzWBSGCCXJ/?format=pdf&lang=en
942 _cAnalítica
999 _c9665
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